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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Travessias Oceânicas em Floripa - 2ª edição nos dias 11, 12 e 13 de dezembro

 Escola de Vela Oceano Florianópolis

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 1

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 2

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 3

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 4

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 5

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 6

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 7

Escola de Vela Oceano - Travessias Oceânicas 8


 

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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Velejar em Floripa - dois dias para aprender - mito ou verdade?

 Aprender a velejar em dois dias?

Leia isto!

 

Por Marcelo Visintainer Lopes

Instrutor de Vela

Escola de Vela Oceano



Foto: Oceano VI e Atixba - os irmãos Wind 34' por Andreas (Atixba)

 

Como assim aprender a velejar em apenas um final de semana?

Tem gente que acredita nisto e se joga de cabeça, mas confesso que fico preocupado com este imediatismo.

Fico pensando como isto seria possível, já que os conteúdos mínimos demandam tempo de treino e repetição.

Você pode até cursar um módulo de um curso, mas um “curso completo” é humanamente impossível.

Em um treinamento de 16 horas - 100% prático, objetivo, dinâmico e pedagogicamente eficaz eu consigo ensinar os movimentos de orçar e arribar, aproar e desaproar, trimar as velas, cambar e mais uma ou duas coisas básicas.

Se começar a colocar muita informação e conteúdo as 16 horas já não dão conta.

Um final de semana de imersão focada em resultado é capaz de produzir aprendizado de fato, mas de apenas meia dúzia de conceitos.

Eu trabalho a muitos anos com carga horária mínima de 70 horas para as turmas de final de semana e estou sempre pensando em aumentar este número em função da crescente demanda por travessias mais longas.

Antigamente os novos velejadores ficavam em volta dos clubes e marinas, mas hoje em dia querem velejar cada vez mais para longe.

Ontem (28 de outubro) eu completei 52 anos e dediquei parte do meu dia para enriquecer este texto.

Busquei no passado as lembranças das coisas que aprendi e das pessoas que foram importantes para o meu crescimento profissional na vela.

Eu vivo em cima de barcos a 46 anos e pensei que talvez fosse bom eu falar sobre aprender com pessoas que possuam mais experiência que a gente.

O viver a bordo permite que aprendamos coisas novas todos os dias.

Nosso universo marinheiro é muito rico e complexo e creio que seria necessário viver uns 200 anos para chegarmos na metade do caminho.

Reconhecer que você ainda não sabe tudo é uma tarefa desafiadora para os mais teimosos.

Estar disposto a aprender e trocar informação todos os dias é o que me move como velejador e profissional do ensino.

Embora a pessoa possa achar que já conhece tudo, lá do outro lado existe um milhão de coisas que ela nem desconfia que possam existir.

Se cada velejador pudesse compartilhar suas experiências com outros seria fantástico, mas isso não é normal.

Costumamos guardar tudo o que aprendemos em um cofre e quando partimos tudo o que aprendemos desaparece com a gente.

Meu objetivo profissional é seguir aprendendo e transbordando conteúdo sem restrições.

Vim de uma época que quem sabia guardava para si, pois era o diferencial competitivo nas raias.

Hoje em dia os moleques do Optimist estão anos luz na frente da minha geração, pois seus técnicos ensinam tudo o que sabem.

Temos uma geração absurdamente fantástica de treinadores e meu sonho é que alguns deles possam se dedicar à carreira de instrutor/empreendedor e tocar suas próprias escolas.

Neste universo complexo, adquirir conhecimento relâmpago de dois dias e sair com a sua família em segurança é pura imprudência.

Fuja do imediatismo e tenha paciência!

O aprendizado da vela exige tempo, dedicação e muito empenho da sua parte.

O processo de aprendizado em um veleiro consiste em observar, processar a informação, fazer, errar, corrigir o erro, repetir, corrigir e repetir.

Para que tudo saia dentro da normalidade eu costumo utilizar a carga horária de 70 horas.

Faço isto a 33 anos e percebo que este é o mínimo aceitável para que turmas de até seis alunos tenham um início seguro na vela.

Obviamente existem centenas e centenas de conteúdos extras para você se tornar um velejador de travessias oceânicas, mas estou falando apenas do “curso de iniciação à vela”.

Seria impossível uma pessoa normal assimilar todos os conteúdos básicos de uma só vez e é por esta razão que dividimos o curso em módulos.

Por razões de logística e com o período de férias cada vez mais curto eu desenvolvi uma outra modalidade de curso que permite que alunos de outros estados e até de fora do país possam aprender a velejar de forma intensiva.

São 7 dias corridos de aula individual, totalmente prática e voltada para performance.

Diferente dos cursos de final de semana, o “Personal Sailing” permite que eu atenda todas as necessidades e objetivos específicos do aluno.

Eu fiz uma relação das coisas que eu ensino no curso de iniciação para você ter uma noção da complexidade dos temas.

Depois de ler o conteúdo você vai tirar suas próprias dúvidas...

Veja se existe alguma possibilidade de alguém aprender a velejar em dois dias.

 

Módulo 1: regras básicas de segurança, checklist inicial, cabos envolvidos na manobra com as velas, manobras de poita, subir e baixar a vela grande, abrir e fechar a genoa, ajuste das velas, orçar e arribar, aproar e desaproar, posições do barco em relação ao vento, introdução ao contravento, cambada, dois nós básicos e nomenclatura específica do módulo.

Módulo 2: checklist intermediário, regras avançadas de segurança, fundear e suspender, técnicas de contravento (birutas), uso da bússola, jaibe, regulagens básicas de perfil, manobras em marcha a ré, mais dois nós básicos, nomenclatura específica do módulo, RIPEAM I.

Módulo 3: checklist avançado, carta náutica (plano de navegação), rizo da vela grande, troca da genoa, técnicas de contravento e de popa em condições duras, asa de pomba, manobras de ré feitas à vela, dois nós intermediários, nomenclatura específica do módulo e RIPEAM II.

Módulo 4: checklist avançado II, plotagens de posição, fenômenos meteorológicos e microclima do norte da Ilha de Florianópolis, GPS fixo e aplicativo Navionic’s, revisão e regulagens da mastreação, técnicas de desencalhe, manobra de “Homem ao Mar”, técnicas de manobra para condições duras, atracação, equipamentos de segurança para

nomenclatura específica do módulo e RIPEAM III.




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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Escola de Vela Oceano - diminuindo o tamanho da vela grande

 Melhor rizar errado ou não rizar?

"Rizar a vela significa diminuir o seu tamanho"



Foto: Veleiro escola Oceano VI velejando em Floripa

  

Por Marcelo Visintainer Lopes

Instrutor de Vela

Escola de Vela Oceano

 

Qual a melhor hora para rizar a vela grande?

Você espera o leme pesar e a situação piorar ou logo alivia a pressão?

Cada barco possui o seu grau particular de tolerância ao vento, mas em geral os ventos acima de 20 nós começam a produzir adernações menos controladas e alguma perda do leme (perder o controle).

Velejadores mais conservadores preferem se antecipar e rizar a vela mais cedo e bem antes da entrada do vento.

Muitos deles rizam a vela antes de anoitecer, pois realizar manobras com a luz do dia é bem mais seguro e prudente do que esperar a noite cair.

Ah, mas e a velocidade?

Tá com pressa de que?

Perder um pouco de velocidade faz muito mais sentido do que perder um tripulante em uma manobra noturna com mar ruim.

Velejadores mais experientes e menos conservadores vão empurrando com a barriga até mais próximo da entrada do vento e até minutos antes dele entrar.

Estes mesmos velejadores não costumam rizar preventivamente ao anoitecer, pois devem estar com a previsão de vento bem acertada.

Não importa se você está no primeiro ou no segundo caso, já que o mais importante é ter conhecimento sobre o barco, sobre a capacidade da tripulação e sobre a sua própria capacidade técnica de fazer as coisas certas na hora certa.

Conheço um terceiro perfil que já sai da marina com a vela rizada independente da velocidade do vento, não importando se sopra com 10 ou com 40 nós.

Casos extremos assim podem estar ligados a alguma experiência anterior ruim, excesso de zelo, medo ou até mesmo pela necessidade de diminuir o peso do leme por causa da tendência exagerada de orça (causada pelo excessivo caimento do mastro para trás). 

Neste último caso a pessoa se vê obrigada a velejar com menos vela grande, enquanto o correto seria ela reposicionar o mastro mais em pé.

Meu conteúdo de hoje visa demonstrar o passo a passo do rizo para que você consiga atingir a perfeição na manobra e para que o sistema funcione com 100% de eficácia.

O mais importante antes de iniciar o assunto é lembrar que os cabos do rizo devem estar sempre prontos para o uso (passados na vela), pois não há como passá-los depois que a vela for içada.

Para conseguir passar o cabo com a vela para cima você teria que subir na retranca e caminhar até a ponta para fazê-lo.

Esquece isso!!

Baixar a vela e passar o cabo é a solução mais segura neste caso, mas o ideal seria nem ter subido a vela sem ter passado os cabos...

A vela apresenta linhas horizontais de ilhóses pequenos com argolas ou olhéus (ilhós grande) nas extremidades da testa e da valuma.

Cada linha destas representa uma “forra de rizo”.

A primeira forra é a mais de baixo (próxima da retranca).

A segunda fica logo acima e a terceira mais acima ainda.

Caba barco possui um número de forras de rizo diferente, mas o mais comum é duas forras.

Cada forra de rizo deverá possuir seu próprio cabo.

Os cabos são controlados através dos stoppers ou diretamente por baixo da retranca, junto ao garlindéu.

Eles passam por dentro da retranca (mais comum) e lá na ponta eles saem pelas roldanas.

Das roldanas toma o rumo dos olhéus da valuma e depois voltam para a retranca (amarração em torno dela).

Antigamente não tínhamos o lazyjack e o procedimento era mais fácil de ser visualizado.

O lazyjack esconde tudo o que está ali atrás e é justamente nesta área que devemos manter nossa atenção.

Depois de baixar o lazyjack verifique a posição/ajuste da amarração dos cabos de rizo junto à retranca.

A preparação da manobra é executada com mais facilidade se o barco estiver velejando no contravento, já que a retranca estará em cima do convés.

A atenção na posição da amarração na retranca é em função do quanto vamos precisar esticar a esteira.

Se a velejada for de contravento é vital que você consiga esticar ao ponto de deixá-la como uma tábua (sem curva).

Neste caso você deverá correr o nó da retranca para além da vertical do olhéu do rizo (em direção à popa).

De 10 a 15 cm mais para trás que o olhéu serão suficientes para tirar a curva da vela.

Se a velejada for de popa. o ponto do nó na retranca pode fica bem na vertical do olhéu, deixando a esteira com um pouco mais de curva.

Se o rizo for mal executado e a esteira permanecer muito gorda (para contravento), repita a operação correndo o nó mais para trás.

Sempre que assisto vídeos de velejadas de vento forte eu costumo prestar muita atenção na situação da vela junto à retranca.

É justamente ali que identifico um rizo mal executado.

Já vi de tudo o que foi coisa, mas o erro mais comum é o cabo sair da roldana da ponta da retranca e ser amarrado diretamente no olhéu.

Já vi também o cabo saindo da roldana, passando pelo olhéu do rizo e retornando para a ponta da retranca (para a alça do amantilho).

Quando um rizo é bem executado o olhéu do punho deverá ficar a poucos centímetros da retranca (2 a 5 cm no máximo).

A função da passada do cabo pelo olhéu e depois a descida para contornar a retranca na “vertical atrasada” (em direção à popa) serve para fazer a retranca subir até a altura do olhéu (sem ficar caída na diagonal) e para distribuir, de maneira mais harmônica, os esforços sofridos pelo punho de escota (punho do rizo).

Nas outras duas situações, todo o esforço sobre o punho será aplicado na diagonal, sem a devida distribuição das forças.

A aplicação desta força “diagonal” produz uma ruga permanente e leva à deformação do perfil na parte inferior da vela.

Alguns barcos mais antigos possuem uma alça específica para amarração do cabo junto à retranca e os mais modernos já exigem uma amarração em torno dela.

A amarração é feita com o “Nó de Rizo” ou com o Lais de Guia de correr (o nó é dado em volta do cabo que desce do olhéu).

Os dois nós possuem a mesma função de gerar aperto em volta da retranca quando o cabo é esticado.

Duas voltas de cabo em volta da retranca são mais eficazes do que apenas uma, pois elas aumentam o atrito e diminuem a chance do cabo correr para vante quando caçado.

 

Observações importantes:

- Se você estiver navegando no contravento inicie o procedimento somente após a vela panejar por inteiro. A panejada alivia toda a pressão do vento sobre o procedimento.

- Se estiver navegando com vento de popa ou través será necessário velejar no contravento para que ocorra a panejada.

- Barcos com lazyjack devem iniciar o procedimento arriando o lado de barlavento da capa a fim de visualizar/corrigir o posicionamento do cabo ou uma beliscada na vela.

- Antes de iniciar o procedimento avalie todos os cabos envolvidos, as fixações junto ao garlindéu (gancho do rizo), os moitões de desvio no pé de mastro e também os nós.

- Depois de tudo conferido, faça uma revisão do passo a passo com a sua tripulação e também defina as funções (quem vai fazer o que e como).

- Realizar o rizo utilizando a genoa é estratégico, já que ela ajuda no equilíbrio do barco.

 

Passo a passo:

 

1.Folgar o burro.

O burro caçado impede que a manobra do rizo seja executada com perfeição, pois ele não deixa que a retranca alcance o olhéu do rizo no punho da valuma.

2.Folgar a escota do grande até ela panejar por inteiro.

3.Liberar a adriça até que a argola do primeiro rizo chegue na altura do gancho do garlindéu.

4.Fixar a argola no gancho.

5.Esticar a adriça até aparecer rugas verticais bem destacadas na testa.

6.Caçar o cabo do rizo até a vela ficar plana (curva zero no contravento e mais curva no popa).

7. Verificar se a vela não ficou “mordida/beliscada” junto à retranca.

Se estiver mordida, libere imediatamente o cabo do rizo até desfazer e depois cace novamente.

8.Caçar a escota para colocar a vela em funcionamento.

9.Regular o burro novamente.

10.Subir o lazyjack.

 

Se você preferir utilizar o motor ao invés da genoa, também dá, porém em dias de ondas maiores eu aconselho a usar também a genoa para ajudar no equilíbrio.

Abrindo a genoa e fazendo-a funcionar com certa pressão diminuiremos o balanço lateral e o risco de algum tripulante cair na água.

Um rizo bem feito deixa a vela parecendo uma tábua, mas não se assuste...

A curva irá aparecer assim que o vento enfunar a vela.

Depois de se apropriar deste conteúdo você nunca mais vai cometer erros!

Se achou complicado faça um checklist e deixe-o na mão!

Bons ventos!


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